"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós." Antoine de Saint-Exupéry
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Tributo a Zeca Afonso
Poeta, cantor e compositor, José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos nasceu a 2 de agosto de 1929, em Aveiro, e faleceu a 23 de fevereiro de 1987, em Setúbal.
De toda a discografia de Zeca Afonso, destacam-se: Balada do outono (1960), Baladas de Coimbra (1962), Baladas e Canções (1964), Cantares de Andarilho (1968), Traz outro Amigo Também (1970), Venham mais Cinco (1973), Coro dos Tribunais (1974), Grândola, Vila Morena (1974), Enquanto há Força (1978), Como se fora seu Filho (1983) e Galinhas do Mato (1985).
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
O coração de D. Pedro I, do Brasil, IV de Portugal
D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal (nome completo: Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon; Queluz, 12 de outubro de 1798 — Queluz, 24 de setembro de 1834) foi o primeiro imperador do Brasil e 28º rei de Portugal.
Foi sepultado no Panteão dos Braganças, na Igreja de São Vicente de Fora. O seu coração foi doado, por decisão testamentária, à Igreja da Lapa, no Porto, onde se encontra conservado, como relíquia, num mausoléu na capela-mor da igreja, ao lado do Evangelho. Em 1972, no sesquicentenário da Independência, seus despojos foram trasladados do panteão de São Vicente de Fora para a cripta do monumento do Ipiranga, em São Paulo, no Brasil. O coração de D. Pedro encontra-se depositado na Igreja da Lapa numa urna cujas chaves estão oficialmente guardadas no Gabinete do Presidente da Câmara Municipal do Porto.A urna onde se encontra o coração do monarca guerreiro, foi feita à imagem e semelhança da urna original, que também se encontra em exposição na Lapa, e que o transportou de barco desde Lisboa até ao Porto em 1835.
D. Pedro IV ficou na memória dos portuenses como símbolo de liberdade, patriotismo e força de vontade que, desde sempre, moveu a Cidade e os seus habitantes. A participação e o grande envolvimento da Invicta nas lutas liberais (1832-1833), sensibilizou particularmente o monarca.Entre o Verão de 1832 -1833, a cidade sofreu enormes privações. Um ano de destruição física e moral que terá sido reconhecido, pelo Rei Soldado.
Assim,é na Igreja da Lapa que, em 1835, por vontade testamental, o seu coração foi depositado.
Em 14 de Janeiro de 1837, um decreto redigido por Almeida Garrett e assinado pela rainha D. Maria II, adicionava novos elementos às Armas do Porto.Este acontecimento determinava que "as armas sejam esquarteladas com as do reino e tenham ao centro, num escudete de púrpura o coração de oiro de D.Pedro, sobrepojadas por uma coroa de duque, tendo por timbre o "Dragão negro das antigas Armas dos senhores Reis destes reinos", e junte aos seus títulos o de Invicta."
Foi sepultado no Panteão dos Braganças, na Igreja de São Vicente de Fora. O seu coração foi doado, por decisão testamentária, à Igreja da Lapa, no Porto, onde se encontra conservado, como relíquia, num mausoléu na capela-mor da igreja, ao lado do Evangelho. Em 1972, no sesquicentenário da Independência, seus despojos foram trasladados do panteão de São Vicente de Fora para a cripta do monumento do Ipiranga, em São Paulo, no Brasil. O coração de D. Pedro encontra-se depositado na Igreja da Lapa numa urna cujas chaves estão oficialmente guardadas no Gabinete do Presidente da Câmara Municipal do Porto.A urna onde se encontra o coração do monarca guerreiro, foi feita à imagem e semelhança da urna original, que também se encontra em exposição na Lapa, e que o transportou de barco desde Lisboa até ao Porto em 1835.
D. Pedro IV ficou na memória dos portuenses como símbolo de liberdade, patriotismo e força de vontade que, desde sempre, moveu a Cidade e os seus habitantes. A participação e o grande envolvimento da Invicta nas lutas liberais (1832-1833), sensibilizou particularmente o monarca.Entre o Verão de 1832 -1833, a cidade sofreu enormes privações. Um ano de destruição física e moral que terá sido reconhecido, pelo Rei Soldado.
Assim,é na Igreja da Lapa que, em 1835, por vontade testamental, o seu coração foi depositado.
Em 14 de Janeiro de 1837, um decreto redigido por Almeida Garrett e assinado pela rainha D. Maria II, adicionava novos elementos às Armas do Porto.Este acontecimento determinava que "as armas sejam esquarteladas com as do reino e tenham ao centro, num escudete de púrpura o coração de oiro de D.Pedro, sobrepojadas por uma coroa de duque, tendo por timbre o "Dragão negro das antigas Armas dos senhores Reis destes reinos", e junte aos seus títulos o de Invicta."
Foi este o último sinal de reconhecimento do monarca pelo esforço dos portuenses, ao serviço do país.
[via http://www.cm-porto.pt/]
As fanecas dos três FFF... ou quatro!
Em 1832,D.Pedro IV conseguiu organizar um exército de sete mil e quinhentos homens,fiéis e partidários,dispostos a lutar pela liberdade,contra o regime absolutista que tiranizava Portugal sob as ordens do rei D. Miguel.
Este exército veio em navios e todos os homens embarcaram na ilha Terceira, nos Açores.
Tinham previsto desembarcar na foz do rio Ave,em Vila do Conde,mas o brigadeiro Cardoso, comandante das forças de D. Miguel,não consentiu.
Toda a esquadra de navios tomou o rumo do sul,junto à costa,quando um moço de bordo pediu umas falas ao rei,porque conhecia uma praia,um ancoradouro chamado "A Praia dos Ladrões" que ficava antes dos penedos de Leixões.
O rei confiou na informação do antigo salteador e ordenou:
- Sigam as ordens deste moço!
E assim as tropas desembarcaram em Pampelido,no areal da "Praia dos Ladrões".
Quando chegaram a terra, o rei mandou montar uma guarda de honra de vistosos estandartes em redor do heróico moço.
D. Pedro e o seu estado-maior,os seus oficiais,pernoitaram em Pedras Rubras e, mais ou menos,foi aí que se passou o episódio das "fanecas com três fff...ou quatro".
Conta-se que um oficial entrou numa taberna e perguntou o que se podia arranjar para comer.Respondeu-lhe o taberneiro que só tinha peixe dos três fff. O oficial de grande bigode,bem quis decifrar o significado de cada um dos fff,mas não conseguiu.
Embasbacado,o taberneiro atalhou:
- Fanecas,frescas e fritas...
Sorriu o oficial,encomendou o petisco,comeu regaladamente,mas quando acabou,virou-se zombador e divertido para o bom homem,vermelhudo e gorducho:
- Ó taberneiro! Acrescenta mais um f à tua receita,meu amigo,porque eu não trouxe dinheiro! Doravante chamas-lhes fanecas,fritas,frescas e...fiadas.
Por aquela situação nunca tinha passado o reconchudo taberneiro.Ficou furioso pelo abuso (deram-lhe uns fornicoques...) mas medroso, e não querendo irritar o espampanante oficial - com humor, mal disfarçado - aconselhou-o a pagar quando por ali passasse outra vez.Por ele e pela sua noiva, que espreitava por trás do balcão dos pipos de vinho,tudo acabava em bem e sem mais "gabarolices".
No terreiro,à porta da venda,autoritário e garboso do alto do seu cavalo,atalhou o oficial,agradecendo:
"Obrigado,mas não tenciono tornar a passar por aqui (...) dado que estás para casar,aqui tens duas peças de ouro para comprares uns brincos para a tua noiva.Adeus !" E foi-se, a galope, o brilhante cavaleiro.
No dia seguinte,as tropas de D.Pedro iniciaram a sua marcha em direcção à cidade do Porto.
O taberneiro e a sua noiva,arregalados do olhar,viram o cortejo e bonito cenário passar-lhes à porta.Assistiam ao desfile,quando descobriram que o oficial das fanecas tinha em seu redor outros militares que o tratavam muito bem, com toda a solenidade, cortesia e salamaleques.Muito mais admirado ficou o taberneiro,quando soube que o oficial era o próprio rei D. Pedro IV.
A partir desse dia,e em sua honra,as fanecas da sua taberna passaram a ter a chancela e o dito jocoso do rei: - "fanecas,fritas,frescas e ...fiadas"!
[via A. Cunha e Silva - Alfredo Barros, Lendário de Matosinhos]
Os Bravos da Memória - Desembarque
Recriação histórica,Os Bravos da Memória,em Matosinhos no ano de 2007.
Independência ou Morte !
Cena do filme de 1972 em que D. Pedro proclama a independência do Brasil às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, e depois é coroado primeiro imperador do país.
Bicentenário das Invasões Francesas
A Área Metropolitana do Porto decidiu realizar um amplo programa de evocação do Bicentenário das Invasões Francesas,em 10 e 11 de maio de 2009,dando especial destaque à segunda invasão, comandada por Soult, que teve uma importância histórica inequívoca para a região.É sabido que muito haveria de mudar o País depois das invasões. Mas é importante ressaltar que,foi o povo quem se levantou contra o invasor francês, o combateu e o derrotou, muito mais que os exércitos britânico e português ou as elites. Assim, não podiam estas comemorações deixar de ter um forte sentido identitário mas também popular.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Whitney Houston (1963 - 2012) "A Voz" calou-se para sempre.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Júlio Verne
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| Júlio Verne |
Escritor francês, criador do romance de antecipação científica, Jules Verne nasceu a 8 de fevereiro de 1828, em Nantes e faleceu a 24 de março de 1905 em Amiens.
Tendo escrito mais de 100 livros, estreou, embora com pouco sucesso, a sua primeira peça de teatro em Paris, aos vinte e dois anos de idade e, em 1851, publicou o seu primeiro conto de ficção científica, Un Voyage En Ballon.
Procedendo a uma investigação metódica e rigorosa, Verne escreveu romances, geralmente de ficção científica, bastante convincentes e realistas: Cinq Semaines En Ballon (1863), Le Voyage Au Centre De La Terre (1864, Viagem ao Centro da Terra), De La Terre À La Lune (1865, Da Terra à Lua), Autour De La Lune (1870, À Volta da Lua), La Tour du monde en quatre-vingt jours (1872, A Volta ao Mundo em 80 dias), L'Île Mystérieuse (1874, A Ilha Misteriosa) e Vingt Mille Lieus Sous Les Mers (1869-70, Vinte Mil Léguas Submarinas) entre outras.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Bicentenário do nascimento de Charles Dickens
Hoje, é recordado o maior dos escritores britânicos,Charles John Huffam Dickens que antes de se tornar famoso trabalhou numa fábrica de graxa, para sustentar a família presa. A vida e obra de um “apoiante dos pobres, dos que sofrem, e dos oprimidos” é lembrada eternamente.
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